Vamos combinar que é impossível fazer o que se gosta 100% do tempo. Nossas vidas são uma combinação de coisas que precisamos fazer, que podemos fazer, e daquelas coisas que deveríamos não fazer (mas fazemos). E no meio disso tudo tem um monte de coisas que gostamos e não gostamos, que somos bons e somos ruins. O que realmente importa é como estes fatores se balanceiam.
Como construir esse tal de balanço? Em uma nova posição, divida as suas qualidades em quatro: as importantes que você é bom, as importantes que você não é bom, as irrelevantes que você é bom, as irrelevantes que você não é bom.
Começando pelo mais fácil: por que se preocupar com as qualidades irrelevantes para o seu trabalho? Não se preocupe com isso! Sendo você bom ou não, elas são irrelevantes: você mesmo concluiu isso.